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Sidney é a capital
do estado de New
South Wales, e a
metrópole mais
populosa da
Austrália. É uma das
cidades mais "multi-culturais"
do mundo, tamanha a
quantidade de
imigrantes vindos de
todos os cantos do
planeta,
representando em
torno de 180 países.
Cerca de 30 % dos
moradores de Sidney
nasceram em outros
países.
Sidney é também o
maior destino
turístico da
Austrália, atraindo
mais de quatro
milhões de turistas
anualmente.
Começando uma visita
a Sidney pelo
centro, a primeira
parada deve ser a
Sydney Tower, para
se ter uma bela
vista da cidade. A
torre tem visão de
360º, e nas paredes
se encontram fotos
panorama, ilustrando
o nome dos bairros e
principais pontos da
cidade. É uma
excelente maneira de
entender e se
localizar na cidade
logo de chegada.
Seguindo adiante, um
dos destaques de
Sidney é o Circular
Quay à beira da
baía, onde se
encontra o Botanic
Gardens e a Sydney
Opera House, o
cartão postal da
cidade, que se
destaca por sua
arquitetura moderna.
Com cinco salas, o
espaço recebe
sinfonias, peças de
teatro, musicais,
corais, e concertos
diversos.
Outra atração famosa
é o bairro The Rocks,
onde Sidney começou
com a Harbor Bridge,
uma grandiosa obra
da engenharia,
concluída em 1932. A
ponte comporta dois
trilhos de trem,
oito pistas de
carros, uma ciclovia
e uma via de
pedestres. Uma boa
pedida é
atravessá-la a pé
começando pelo South
East Pylon, uma
espécie de museu da
ponte.
Pela ponte, se chega
a Bondi Beach, a
praia mais badalada
de Sidney.
O Verão é quente na
cidade, com
temperatura média de
23 ºC, embora em
alguns dias a
temperatura
ultrapasse os 40 ºC.
Em tais dias,
moradores e milhares
de turistas
australianos e
estrangeiros lotam
as belas praias como
Manly, Coogee, e
Maroubra.
Do Circular Quay
partem barcas
regulares para
vários pontos do
outro lado da baía,
incluindo para o
bairro de Manly.
Sendo um transporte
público, esses
barcos são uma opção
bem econômica para
aqueles que querem
dar uma volta e ver
a baía e Sidney do
mar. Deste local e
nas Rocks, também
partem dezenas de
passeios turísticos
dos mais variados
tipos, incluindo
numa réplica da nau
do Capitão Cook,
descobridor do
continente.
O Darling Harbour
fica localizado
exatamente ao lado
da cidade em um
braço de mar que
avança terra
adentro. Além de um
shopping center
espetacular, tem o
imperdível Sydney
Aquarium, um dos
maiores aquários do
mundo com mais de 11
mil espécies e
mostrando um belo
panorama do mundo
submerso, com
crocodilos,
tartarugas gigantes
e muitos outros, em
sua maioria,
habitantes da Grande
Barreira de Corais.
O principal destaque
é o túnel com
tubarões onde parece
que o visitante está
caminhando entre
eles.
Acoplado ao
shopping, tem o
Maritime Museum,
para aqueles que se
interessam por
artigos náuticos e
história das
embarcações na
Austrália. Após, o
roteiro pode se
servir do Monorail e
seguir para o centro
de Sidney, parando
por várias estações
em várias partes da
cidade. O passeio
dura cerca 12
minutos, e é
interessante e
barato. Uma das
estações que valem
uma parada é a do
Power House Museum,
um museu dedicado à
tecnologia, onde
existem uma
infinidade de
máquinas a vapor,
aviões e barcos
antigos,
curiosidades
interativas e
eletrônicas, ala de
efeitos especiais, e
até uma réplica da
nave espacial
americana.
Para quem prefere
passar os dias de
sol em outras
atividades, o
Toranga Zôo é o
zoológico da cidade
e mostra muito da
fauna local
incluindo os fofos e
emblemáticos koalas
e cangurus.
O Centenial Park é o
parque mais popular
da cidade, com mais
de 500 acres de
palmeiras, lagos e
caminhos.
Para quem gosta de
cinema, é imperdível
conferir a maior
tela de exibição do
mundo, com cerca de
10 vezes o tamanho
de uma convencional,
no Panasonic IMAX
Theatre onde as
exibições podem ser
em duas ou três
dimensões.
O Museum of
Contemporary Art é o
único museu dedicado
à arte contemporânea
da Austrália. Com
mudanças contínuas,
sempre tem algo novo
e excitante para ser
visto. Outro museu
interessante, que
tem documentos
antigos da cidade, é
o Museum of Sydney,
que fica no primeiro
prédio do governo
australiano e
documenta a cidade
desde a colonização,
com muitos artefatos
aborígines.
Por Verônica
Moschetta
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