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Importante pólo de
desenvolvimento
regional, Londrina
exerce grande
influência sobre
todo o Paraná e
região sul, sendo a
segunda maior cidade
do Paraná e a quarta
maior cidade da
Região Sul do
Brasil.
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O
nome Londrina é uma
homenagem à capital
inglesa Londres,
feita pelos
colonizadores
ingleses. Londrina
surgiu em 1929 como
primeiro posto de um
projeto inglês de
colonização. No dia
21 de agosto de
1929, chegou a
primeira expedição
da Companhia de
Terras Norte do
Paraná ao local
denominado
Patrimônio Três
Bocas, onde se
fincou o primeiro
marco nas terras
onde surgiria
Londrina.
A
famosa terra fértil
da região, a terra
roxa, tem esse nome
em função dos
colonos italianos
que a chamavam de
"terra rossa"
(vermelha, em
italiano) e toda a
fertilidade da terra
roxa vem do maior
derrame de lavas
vulcânicas do
planeta, conhecido
como Derrame de
Trapp, que ocorreu
em grande parte da
região centro-sul do
Brasil. Devido à cor
da terra, é comum a
denominação dos seus
habitantes de
"pés-vermelhos".
Graças a essa terra
e a cafeicultura,
Londrina já foi
considerada a
"Capital Mundial do
Café". A região, no
seu período áureo,
junto com parte do
Oeste do Paraná, já
foi responsável por
60% do café
produzido no mundo.
A
agricultura continua
a ser fundamental
para Londrina,
apesar de sua
importância ter
diminuído nos
últimos anos. A
atividade agrícola
diversificou-se, e
além no café, hoje
se plantam milho,
trigo, algodão, rami,
feijão, amendoim,
arroz,
cana-de-açúcar,
soja, frutas e
hortaliças. O setor
industrial não é
muito expressivo,
embora Londrina
tenha um parque
crescente que lida
com tecelagem,
confecções e
agroindústria.
Londrina se destaca
atualmente pelo
setor de comércio e
prestação de
serviços. Possui uma
das maiores
universidades do
país, a Universidade
Estadual de
Londrina, além de
outras diversas
faculdades privadas,
inúmeros hospitais,
restaurantes, bares
e lojas.
Hoje
Londrina exerce
grande influência no
Sul do País e
contribui muito para
a economia
brasileira, sendo o
principal ponto de
referência do Norte
do Paraná. Londrina
é uma cidade jovem,
que cresce a cada
dia com uma
população formada
por 40 etnias
diferentes,
provenientes de
todas as partes do
mundo. A isso se
deve a riqueza
cultural da cidade
que está sempre
aberta a todos que a
visitam.
Visitando Londrina,
vale a pena conferir
o Autódromo
Internacional Ayrton
Senna - que abriga
diversas competições
ao longo do ano e
Terminal Rodoviário
de Londrina,
construído todo em
zinco e projetado
por Oscar Niemeyer.
O Lago Igapó, que
permeia a cidade, a
Mata dos Godoy,
reserva de mata
nativa que reúne
diversas espécies
animais e vegetais e
o Parque Arthur
Thomas, floresta
urbana, remanescente
da mata atlântica,
que oferece trilhas
para passeio,
garantem uma boa
quantidade de
natureza e verde,
mas é o Festival
Internacional de
Teatro de Londrina a
principal atração da
cidade. Criado em
1968 como um evento
de grupos
universitários
locais, o FILO
cumpriu um roteiro
histórico-cultural,
registrando através
do teatro a
travessia dos
períodos
sócio-políticos que
marcaram as quatro
últimas décadas do
país. Em todo esse
período, o evento
local transformou-se
e, passo a passo,
alcançou caráter
internacional, um
palco de encontros e
troca de
conhecimentos.
Londrina tornou-se
um importante pólo
produtor e difusor
das artes cênicas. A
cidade que aprendeu
a apreciar e a
respeitar a
diversidade
cultural, agora é
conhecida e
reconhecida como
realizadora de um
dos mais importantes
e conceituados
festivais do mundo.
Londrina está
localizada na região
norte do estado do
Paraná, Brasil, e
fica a 369 km de
Curitiba.
Por Verônica
Moschetta
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