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Localizada entre o
mar e a montanha, a
Cidade das Flores
possui beleza
natural, riqueza
cultural das
tradições germânicas
e um moderno
complexo de
equipamentos e
serviços, com padrão
internacional de
qualidade. Maior e
mais rica cidade
catarinense, com
quase 500 mil
habitantes,
Joinville concilia
sua centenária
vocação industrial
com um novo perfil
consolidado nesta
década: o de
referencia
latino-americana
como centro de
turismo e eventos.
A
Alameda Bruestlein
ou Alameda das
Palmeiras Imperiais,
no Centro, é caminho
obrigatório no
roteiro para
entender a história
de Joinville. As
árvores foram
plantadas em 1873
para dar acesso à
residência de verão
dos príncipes de
Joinville, um
casarão de 1870 onde
hoje funciona o
Museu de Imigração.
Lá estão guardados
os vestígios da
epopéia que foi a
colonização. Tudo
começou com um
casamento que
celebrou a união
entre a família
imperial brasileira
e a realeza
francesa. As terras
onde estão a cidade
foram dadas em 1843
ao príncipe de
Joinville, François
Ferdinand Philipe -
filho do rei da
França - como dote
da princesa
Francisca Carolina,
irmã do imperador
Pedro II. O casal
não chegou a
conhecer a terra.
Parte dela foi
negociada com a
Sociedade
Colonizadora
Hamburguesa. Em
março de 1851
chegaram os
primeiros imigrantes
alemães e suíços,
seguidos por um
grupo de
noruegueses. Do ano
da fundação até
1897, foram trazidos
28 mil imigrantes
germânicos. Já na
década de 1880,
surgiram as
primeiras indústrias
têxteis e
metalúrgicas. Entre
as décadas de 50 e
80, Joinville viveu
outro surto de
crescimento: com o
fim do conflito
mundial, o Brasil
deixou de receber os
produtos
industrializados da
Europa. Isso fez com
a cidade de
Joinville se
transformasse em
pouco tempo em um
dos principais pólos
industriais do país,
com mais de 4000
indústrias e matriz
de gigantes como
Tigre, Döhler,
Schulz, Docol,
Lepper, Tupy, Cônsul
Multibrás, e da
Embraco, recebendo
por isso a
denominação de
"Manchester
Catarinense" ou a "Hannover
do Sul".
Joinville é uma
cidade que evoluiu
rapidamente, mas
jamais abandonou
suas tradições e
principalmente o
encanto da natureza,
por isto hoje é
ainda possível
encontrar belíssimas
paisagens que nos
transmitem muita paz
de espírito, mesmo
estando ligadas ao
agito da cidade. A
Torre do Mirante, no
alto do morro Boa
Vista, com uma
altura de 250 metros
oferece um
sensacional vista
panorâmica, e o
Museu Fritz Alt,
antiga residência do
artista onde se
encontram expostas
suas obras e objetos
pessoais, e a
Estação Ferroviária,
um dos símbolos da
cidade, construída
em 1910 também
merecem uma visita.
A região norte de
Joinville com suas
belezas naturais,
tem desenvolvido
bastante o Turismo
Rural, onde podem
ser encontrados
produtos artesanais,
café colonial,
pescarias e
restaurantes
genuinamente
alemães, e uma boa
dica é seguir a
Estrada do Piraí ou
a Estrada Bonita,
que conduz a uma
autêntica colônia
rural. O barco
Príncipe de
Joinville - um dos
mais luxuosos iates
da costa brasileira
com capacidade para
350 pessoas, também
promove encantadores
passeios pela Baía
da Babitonga, Lagoa
de Saguaçú e várias
ilhas da região.
Várias festas
acontecem todos os
anos em Joinville.
As mais conhecidas
são a Festa das
Flores realizada no
mês de novembro, a
Fenachopp, a segunda
maior festa
germânica do país,
que acontece em
outubro, e o
Festival da Dança
realizado todos os
anos em julho,
promovendo Joinville
como a Capital da
Dança, já que é em
Joinville que o Balé
Bolshoi mantém sua
única escola fora da
Rússia.
Há
3.500 leitos
disponíveis e 30
hotéis de categoria,
além de inúmeras
pousadas e
hospedagens
alternativas. A
valorização de
conceitos como
hospitalidade,
confiança e
honestidade nos
serviços faz do
contato com os
habitantes da cidade
uma agradável e
surpreendente
experiência.
Joinville é um
moderno centro
urbano que conserva
o jeito simpático da
gente do interior.
Para
chegar à cidade, o
acesso é fácil por
via aérea,
rodoviária e
marítima. O
aeroporto, a 10 km
do centro por
estrada asfaltada,
tem uma média de 12
vôos diários de
aviões de grande
porte, direto para
São Paulo, Rio de
Janeiro, Curitiba e
Porto Alegre, ou com
escalas em diversas
cidades do interior
de Santa Catarina e
São Paulo. Joinville
está apenas 135 km
de Curitiba (PR) por
rodovia duplicada, a
BR-101, e a 184 km
da capital
catarinense,
Florianópolis, por
rodovia igualmente
duplicada. A
proximidade do porto
de São Francisco do
Sul a 45 km, um dos
maiores e melhor
equipados do Brasil,
permite o transporte
marítimo de
equipamentos pesados
com agilidade e
segurança.
Por Verônica
Moschetta |