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A Região
Administrativa
Especial de Hong
Kong da República
Popular da China
está localizada na
costa sudeste da
China. Hong Kong
possui uma das
economias mais
liberais do mundo e
é um grande centro
internacional de
finanças e comércio.
Antiga colônia
britânica, desde
1997 Hong Kong é
administrada pela
China sob a política
"um país, dois
sistemas", Hong Kong
possui direito
constitucional de
possuir um alto
nível de autonomia:
possui sistema
legal, moeda,
alfândega, direitos
de negociação de
tratados (como
tráfego aéreo e
permissão de
aterrissagem de
aviões) e leis de
imigração próprias.
Hong Kong mantém até
suas próprias regras
de trânsito, com
toda a frota de
automóveis dirigindo
no lado esquerdo.
Apenas a defesa
nacional e relações
diplomáticas são
responsabilidades do
governo central em
Pequim.
Segundo o Banco
Mundial, a economia
de Hong Kong é a 30ª
do mundo. Hong Kong
possui uma das
economias menos
restritas do mundo e
é basicamente livre
de taxas. É a 10ª
maior entidade de
comércio e 11º maior
centro bancário do
mundo. Está em 11º
lugar em termos de
PIB per capita,
superando o Japão e
tornando Hong Kong
um dos territórios
mais ricos da Ásia.
Hong Kong faz parte
do tratado
internacional
chamado APEC (Asia-Pacific
Economic Cooperation),
um bloco econômico
que tem por objetivo
transformar o
Pacífico numa área
de livre comércio e
que engloba
economias asiáticas,
americanas e da
Oceania. Junto de
Cingapura, Coréia do
Sul e Taiwan, a
rápida
industrialização de
Hong Kong fez com
que a região
ganhasse seu lugar
como um dos quatro
originais Tigres
asiáticos.
A intenção de muitos
turistas que vem
para Hong Kong é a
de fazer compras nos
muitos shoppings e
bazares, pois essa
força econômica
proporciona
excelentes
barganhas. Na Temple
Street funciona um
mercado de rua
noturno,
provavelmente o
único no mundo, ou
pelo menos, o mais
famoso. Tem de tudo
e mais um pouco. E
pra quem tem
coragem, é possível
experimentar as
comidinhas locais
nas barraquinhas, as
famosas Dai Pai Dong.
Nas ruelas do
Western District é
possível ter a
experiência de
conhecer um
labiríntico mercado
chinês repleto de
todo tipo de
bugigangas e
barganhas, bichos
exóticos, comidas
incompreensíveis,
celulares, CDs e
Rolex falsificados,
debaixo de bilhões
de watts de
letreiros de néon,
neste tradicional
bairro da cidade, o
primeiro a ser
colonizado por
chineses na ilha.
Além do apelo das
compras, a indústria
de turismo de Hong
Kong foi fomentada
recentemente pela
chegada do Mickey...
Em comparação com os
outros quatro
parques da Disney
World, o de Hong
Kong é muito menor,
com apenas 126
hectares contra os
1.950 de Paris e os
mais de 11.000 da
Flórida. Contudo,
embora a estética da
Disney de Hong Kong
seja tipicamente
americana, algumas
características
chinesas foram
empregadas: a fonte
central para drenar
"a energia vital", a
sopa com macarrão e
os banheiros turcos.
Antes de iniciar a
construção, a Disney
Hong Kong consultou,
inclusive, um mestre
do Feng Shui.
O povo de Hong Kong
realmente cultua
muito suas raízes,
sejam em suas
opiniões ou em
relação à religião.
Continuam a rezar e
fazer oferendas nos
mais de 600 templos
existentes, jovens,
velhos e crianças,
em monastérios
dispersos através de
todo território. Há
o templo de Wong Tai
Sin em Kowloon,
sempre cheio de
seguidores que
queimam incensos,
rezam e consultam as
caixas da fortuna,
onde há pequenos
manuscritos sobre
seu futuro.
Santuários cintilam
na porta de cada
loja enquanto
peregrinações levam
multidões à ilha
vizinha de Lantau,
onde foi erguido um
Buda de bronze com
34 metros e 277
toneladas, no templo
budista Po Lin
Monastério.
Hong Kong é, em
síntese, a cidade do
contraste. Do rico
com o pobre, do
conservador com o
arrojado, do antigo
e do ultra novo, da
tecnologia com o
primitivo... O verde
ainda cobre a cidade
em diversos parques
como o Hong Kong
Park, Victoria Park
e Victoria Peak Park.
Mas para encontrar a
natureza é preciso
utilizar da máquina,
já que o acesso é
feito através do
Hillside Escalator
Link, 800 m de
escadas rolantes
morro acima. Estes
parques formam uma
enorme área de lazer
contínua com
viveiros de
pássaros, fontes,
jardins e um mini
zôo. Sendo que o
último proporciona
uma visão panorâmica
de Kowloon e do
centro da cidade, e
dos arranha-céus
cobrindo cada pedaço
dessa pequena
ilha...
Por Verônica
Moschetta
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