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Genebra é a segunda
maior cidade da
Suíça, situada à
beira do lago Léman,
o maior lago natural
da Europa Ocidental,
e é considerada pela
pesquisa mundial de
qualidade de vida do
planeta a melhor
cidade do mundo.
Situada na fronteira
com a França,
Genebra é o centro
cultural e econômico
da Suíça de
expressão francesa.
Ao mesmo tempo, a
cidade é também a
mais internacional,
sendo que mais de
43% da população é
de estrangeiros. Não
é à toa: a cidade
abriga mais de 200
organizações
internacionais, como
a representação
européia da
Organização das
Nações Unidas e a
Organização Mundial
do Comércio (OMC) e
atrai muitos
imigrantes pela seu
índice de qualidade
de vida.
Na sua história, a
cidade se destaca
por ter abrigado
Jean Calvin, o
mentor da reforma
protestante
calvinista.
A Cidade Velha é
dominada pela
Catedral de
Saint-Pierre, onde a
arquitetura mistura
estilos romanos e
góticos. Com
construção iniciada
em 1160, a catedral
teve sua fachada
adicionada no século
18.É possível subir
até o topo da torre
para uma vista
panorâmica de
Genebra, e também se
pode descer ao
subsolo para
conferir as
escavações
arqueológicas e ver
um Santuário Cristão
do século IV, uma
cripta do século XXI
e um piso de mosaico
do século V. No
interior austero
dessa igreja, Jean
Calvin pregava entre
1536 e 1564 a
reforma da igreja.
O Monument de la
Réformation foi
construído entre
1909 e 1917 e presta
homenagem às
protestantes
pioneiros como Bèze,
Calvin, Farel e Knox.
O Auditoire de
Calvin é uma capela
em estilo gótico
onde John Knox rezou
entre 1556 e 1559.
A cidade conta com
um excelente serviço
de empréstimo de
bicicletas que pode
facilitar bastante a
vida dos visitantes.
Durante o verão,
funcionam três
pontos de empréstimo
de bicicleta à beira
do lago Léman, mas
no inverno, apenas
um deles fica
aberto. Basta
colocar uma moeda,
pegar a bicicleta,
pedalar, devolvê-la
e pegar a moeda de
volta.
Assim, é possível
percorrer a região
das organizações
internacionais e
entrar em dúzias de
museus.
Só as tochas de
bronze e os detalhes
nos murais valem a
pena uma visita ao
Palais des Nations.
sede das Nações
Unidas, onde a
visita guiada é
feita em 15 idiomas.
Diante da praça das
Nações, fica a
gigante escultura
Cadeira Quebrada.
Falta uma perna ao
móvel, simbolizando
a luta contra o uso
e a fabricação de
minas antipessoais.
O Horloge Fleurie,
relógio de flores
com cinco metros de
diâmetro, é o
principal cartão
postal da cidade e
está no Jardin
Anglais, que fica em
frente ao lago. Do
meio da Pont du
Mont-Blanc vê-se o
pico de Mont Blanc,
sempre com neve.
Entre Março e
Outubro, o Jet D’eau,
um jato de água
vertical é ligado no
lago, jogando 500
litros de água a
cada segundo, a mais
de 150m de altura, e
é outro ícone da
cidade.
Aos amantes da
cultura, Genebra
oferece algumas
atrações. Dentre
elas destaca-se o
Musée d'Art et
d'Historie,
construído em 1910,
que exibe pinturas,
esculturas, armas e
também uma seção de
arqueologia. O Musée
d'Art Moderne et
Contemporain é um
galpão com piso de
concreto, luzes
fluorescentes e
abriga acervo de
arte pós-1965. No
Petit Palais, o
ponto forte é arte
moderna. Outra
grande atração de
Genebra é o peculiar
Musée International
de la Croix-Rouge
que exibe um
panorama das
atrocidades
cometidas pelo homem
na sua história
recente e desastres
naturais e causados
pelo homem, e que
conta com o Mur du
Temps que traça ano
a ano os desastres e
guerras que
ocorreram na Terra
que mataram mais de
100.000 pessoas. O
Musée Rath, primeiro
museu de arte da
Suíça, construído em
1826, fica na Place
Neuve, que também
congrega a Opera de
Genebra, o Teatro e
o antigo
Conservatório de
Música. Outras
atrações são o
"Museu dos
Instrumentos
Musicais Antigos" e
o "Museu da
Relojoaria", que é
afinal uma das
grandes
especialidades dos
suíços.
Genebra tem várias
lojas concentradas
na rue de Basses,
rue du Rhône, rue de
la Confédération, du
Marché, de la
Croix-d'Or e rue du
Mont Blanc. A parte
antiga da cidade tem
um monte de lojas de
antiguidades e
pequenininhas de
bugigangas.
Genebra tem a noite
mais agitada da
Suíça, sendo que a
maior parte da
atividade se
concentra em torno
da praça
Bourg-de-Four,
antigamente um
mercado de bois
romano, hoje um
centro da boemia. Na
Cidade Velha há
diversos cafés com
mesas ao ar livre no
verão.
Por Verônica
Moschetta
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