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Ainda que Wellington
seja a capital da
Nova Zelândia,
Auckland é a cidade
mais importante, com
mais população e a
capital econômica do
país. Auckland é
também conhecida
pelo nome
Tamaki-Makau-Rau que
em maori significa a
cidade dos cem
amantes, numa clara
alusão a uma região
que foi desejada por
todos e conquistada
por muitos.
Localizada entre
três portos, duas
cadeias de
montanhas, 48 cones
vulcânicos e mais de
50 ilhas, Auckland
foi "adotada" pelo
povo Maori que há
cerca de oito
séculos se instalou
aqui em pequenas
vilas fortificadas,
junto à boca dos
vulcões.
Auckland tem um
milhão de
habitantes, e o
maior número de
barcos por pessoa do
mundo. A renda per
capita da região é
alta e sua geografia
favorece a prática
desse esporte nas
duas baías -
Waitemata, banhada
pelo Pacífico, e
Manakau, com as
águas do Mar da
Tasmânia. Auckland é
também a cidade que
ganha projeção
internacional por
sediar a tradicional
America's Cup,
regata mundial que
lhe rendeu o título
de "Cidade da Vela".
Uma das melhores
maneiras de apreciar
Auckland é a partir
da água. Serviços
regulares de "ferry
boats" atendem as
ilhas do Golfo
Hauraki, enquanto
barcos de aluguel
estão disponíveis em
todas as versões, de
iates clássicos a
lanchas velozes.
Windsurf é popular
nas baías ao redor
do porto, assim como
passeios de caiaque,
com expedições
guiadas até a baía
de Waitemata.
A Sky Tower é o
edifício mais alto
do hemisfério sul,
com 328 metros,
apenas 8 centímetros
menor que a Torre
Eiffel. Uma varanda
circular a 270
metros é a altura
máxima a que se pode
chegar, mas só com
marcação antecipada,
guias e material de
segurança numa
escalada que dura
cerca de duas horas
apelidada de Vertigo.
A partir do andar do
restaurante
giratório "Observatory",
a 192 metros de
altitude vem o salto
de bungee jump, num
teste aos limites da
coragem e da
adrenalina. Mas para
quem não está
disposto a grandes
aventuras e ainda
quer experimentar
uma vista
maravilhosa existe
sempre o elevador
que leva os
visitantes à varanda
principal, a 186
metros de altura.
Na região periférica
de Auckland, Parnell
Road transpira
elegância e charme
com as suas casinhas
de madeira ao estilo
colonial do início
do século XIX.
Situado no alto de
uma colina este
bairro há muito se
transformou em ponto
obrigatório de
passagem para quem
gosta de lojas
requintadas e
galerias de arte,
pequenos
restaurantes e
charmosos cafés.
Concertos de Verão
são realizados na
cratera de um vulcão
extinto, no Auckland
Domain, o parque
mais antigo de
Auckland, fundado em
1845 e lar do
Auckland War
Memorial Museum.
Destaque para o
Auckland Museum,
para apreciar os
tesouros dos Maori
Taonga, os artefatos
do Pacífico Sul e a
cultura Maori
durante os
espetáculos que têm
lugar três vezes ao
dia e para o New
Zealand National
Maritime Museum,
onde, além das 14
exibições que
mostram a história
marítima do país, o
visitante terá a
oportunidade de
velejar no porto a
bordo de um veleiro
antigo ou fazer um
pequeno passeio no
deck de um barco a
motor.
Para quem não curte
os agitos da cidade
grande, vale a pena
escapar para as
ilhas do Golfo
Hauraki, incluindo a
Ilha Waiheke,
distante 23 km de
Auckland, onde é
possível revigorar
as energias,
visitando as
belíssimas praias,
os vinhedos, e
saboreando uma
deliciosa comida nos
restaurantes e cafés
locais. No coração
da Ilha do Norte, á
235 km de Auckland,
Roturua exala o
peculiar cheiro de
enxofre, proveniente
dos lagos de águas
sulfurosas, dos
geysers, das
piscinas de lama
borbulhante e da
atividade vulcânica.
Lá fica o maior
geyser da Nova
Zelândia, o Pohutu.
Expele água fervente
a 25 metros de
altitude de 10 a 25
vezes por dia e fica
situado dentro do
New Zealand Maori
Arts & Crafts
Institute. Além dos
fenômenos naturais é
possível visitar
ainda as duas
escolas de
artesanato
exclusivamente
freqüentadas por
Maoris, que
trabalham a madeira,
a tecelagem e a
cestaria. Noutra
oficina
transforma-se a
madeira e o osso em
belíssimas jóias. À
noite, pode-se
jantar e assistir a
um espetáculo Maori
tradicional, com
danças e canções e
performances
especiais e sentir
de perto um pouco da
cultura e tradições
do povo que foi os
primeiros habitantes
desse país tão
singular.
Por Verônica
Moschetta
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